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25 de mai de 2014

Como conhecer a Deus- Parte 2

Numa "Pior"

         Alguém poderia argumentar: "Mas eu levo uma vida de bondade. Eu procuro ser gentil e ter consideração com os outros. Vivo de acordo com os Dez Mandamentos." A verdade, porém, é que os Dez Mandamentos, ou  a lei, como eles são chamados na Bíblia, não foram dados para que nos tornássemos boas pessoas, mas, sim, para mostrar como somos maus. A Bíblia nos diz que "(...) nenhuma carne será justificada diante dele [Deus] pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado" (Romanos 3.20). A finalidade da lei é nos conscientizar de quão pecaminosos somos. Pode-se dizer que a lei de Deus nos foi transmitida para nos "dar um cala-boca" e mostrar que precisamos desesperadamente da ajuda e do perdão de Deus para a nossa grave condição de pecadores.
         Veja as passagens citadas a seguir, para uma melhor compreensão da natureza e gravidade do pecado.

         1. Erramos o Alvo: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;"

        Romanos 3.23 diz que todos nós pecamos. Para quem tenha a pretensão de ser a única exceção a esta verdade eterna, o versículo 10 do mesmo capítulo 3 de Romanos diz claramente: "Não há um justo, nem um sequer." "Justo" é sinônimo de "bom". E significa "alguém que é aquilo que deveria ser". Quando a Bíblia diz que ninguém é justo, ou bom, refere-se não tanto ao comportamento das pessoas, mas, sim, ao caráter mais íntimo do ser.
         A "glória de Deus", que Romanos 3.23 diz que perdemos, é, exatamente, o quê? A glória de Deus é a sua absoluta perfeição. Disse Jesus: "Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está no céus" (Mateus 5.48). Em outras palavras, quem não é tão bom quanto Deus não é agradável a Ele.
         Um significado da palavra "pecado", derivada do grego hamartia, é "errar o alvo". Tanto quanto poderíamos dizer com relação à perfeição, nós a deixamos de atingir por imensa distância. Todavia, embora seja a nossa natureza pecaminosa que torna impossível vivermos no nível da glória de Deus, não podemos atribuir a culpa do pecado somente à nossa natureza. O pecado também é um ato deliberado.

          2. O Pecado é um Ato Deliberado: "E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência; entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.". Efésios 2:1-3

         Um sinônimo de "pecado" é "transgressão". Esta palavra tem a acepção de lapso ou desvio da verdade. Em vez de, simplesmente, "errar o alvo", trata-se de uma opção deliberada. Por ser o pecado uma ação deliberada, não podemos jogar a culpa do nosso pecado sobre a sociedade, o meio em que vivemos, ou em nosso estado físico ou mental. Cada um de nós optou por praticar o que é errado. Se fizermos qualquer objeção quanto a isso, "enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós" (1 João 1.8).

         3. O Castigo Resultante do Pecado é a Morte: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor." Romanos 6:23

         A Bíblia nos diz que ofendemos o Deus Santíssimo. E não o temos feito uma ou duas vezes, mas vezes sem conta. Em Romanos 6.23, lemos que (...) o salário do pecado é a morte (...)".
Salário é aquilo que se paga pela execução de um trabalho. Ou seja, algo de que se é merecedor. Por pecarmos todos repetidamente, fizemos jus ao castigo da morte, que é tormento e punição eternos num lugar chamado inferno.

         Em meio a essa explanação sobre pecado e morte, há, no entanto, uma boa notícia. Deus nos concedeu um meio de nos livrarmos da pena do nosso pecado. Tornou possível termos um relacionamento com Ele e desfrutar da esperança da vida eterna sem punição.

                                                                                                             Continua...


Fonte: Bíblia de Estudo Novo Viver- Editora Central Gospel

24 de mai de 2014

Como conhecer a Deus - Parte 1

O Que Está Faltando em Nossas Vidas?

             Um propósito, um significado, uma razão para viver - são estas todas as coisas  que desejamos e buscamos na vida. Em que pesem as iniciativas que cada um de nós possa tomar para encontrar um propósito e um significado na existência, continuamos ainda nos sentindo vazios e insatisfeitos. Isso porque existe um vácuo espiritual na vida de cada um de nós. Cada qual traz consigo um espaço aberto no coração, um vazio espiritual no profundo de nossa alma - um "espaço em branco no formato de Deus". Bens materiais não poderão preencher esse espaço, tampouco o sucesso. Os relacionamentos, tão somente, não conseguem satisfazer essa vacuidade, e a moral, em si e por si só, não dá conta, infelizmente, de ocupar esse lugar. Na verdade, nem mesmo a religião é capaz de preencher essa lacuna em nosso coração.
             Só existe um meio de preencher efetivamente esse vazio. Ele não apenas nos ajuda a termos uma vida plena e rica neste mundo, mas - o que é mais importante - nos oferece a total esperança de vivermos a eternidade na presença de Deus. Antes que possamos desfrutar inteiramente desta boa notícia, no entanto, é preciso tomarmos conhecimento de uma informação ruim - que é o grande problema de que todos somos portadores.

O Problema: PECADO

               A Bíblia identifica claramente nosso grave problema como sendo o pecado. O pecado não é um simples ato, mas, sim, a verdadeira natureza de nosso ser. Em outras palavras, não somos pecadores porque pecamos; mas, sim, pecamos porque somos pecadores. Nascemos com a natureza de praticarmos o que é errado. O rei Davi, que governou Israel nos tempos do Antigo Testamento, escreveu: "Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe"(Salmos 51.5). Por nascermos pecadores, o pecado acontece com naturalidade a todos nós. Daí é inútil pensar que a resposta para todos os problemas da vida vem de "dentro". Segundo a Bíblia, o problema se encontra dentro de nós! Diz a Escritura: "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas e perverso; quem o conhecerá?(Jeremias 17.9).
              Não somos bastante bons- somos basicamente pecadores. Esta pecaminosidade se difunde por tudo o que fazemos. Todos os problemas que vivenciamos hoje em nossa sociedade podem ser atribuídos à nossa recusa, no passado, em viver da maneira que Deus deseja. Façamos um retrocesso ao jardim do Éden, por um instante. Adão fez sua opção e sofreu as consequências, estabelecendo o padrão que toda a humanidade iria seguir. A Bíblia explica: "Pelo que, como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram(...) por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação(...)" (Romanos 5. 12,18).
              "Não é justo!", pode-se protestar. Por que deveríamos sofrer por algo que outra pessoa praticou? Se houvesse oportunidade, no entanto, cada um de nós teria feito a mesma coisa que Adão. Na verdade, não há um só dia sequer em que não nos defrontamos com a mesma prova que se apresentou diante dele. Deus nos dá a liberdade de optar entre dois caminhos distintos: o que conduz à vida e o que leva a morte. Diz a Bíblia: "O céu e a terra tomo hoje como testemunhas contra ti, que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente" (Deuteronômio 30.19).

                                                                                                                                            Continua...


Fonte: Bíblia de Estudo Novo Viver- Editora Central Gospel

19 de mai de 2014

Lei garante o uso de ação civil pública por grupos religiosos



A Lei 12.966/14 foi sancionada pela presidente Dilma no final de abril permitindo que grupos raciais, étnicos e religiosos movam ação civil pública quando tiverem seus direitos à honra e à dignidade ofendidos.

A ação civil pública é um instrumento usado pelo Ministério Público para defender interesses coletivos e individuais homogêneos, como explica o site da Câmara Federal. Com a aprovação da lei citada grupos quiserem a reparação de danos sofridos poderão entrar na justiça fazendo a exigência sem precisar do MP.

“As pessoas que se sentem agredidas podem através de uma ação coletiva, uma ação civil pública coletiva, buscar os seus direitos à defesa da sua honra”, disse o deputado Assis do Couto (PT-PR).

Couto também explicou que a nova lei beneficia grupos que são comumente atingidos e cita o caso de minorias religiosas. “Acho que o exemplo mais claro está nas questões religiosas porque muitas comunidades que têm opções religiosas e que são minorias têm sofrido essas agressões, essa desmoralização muitas vezes, e elas precisam deste instrumento”, afirmou.

Antes da lei ser aprovada a ação civil era usada apenas para evitar dano ao meio ambiente, ao consumidor, à ordem urbanística ou aos bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico.

Agora a lei 12.966/14 irá proteger a honra desses grupos, interesses coletivos e até mesmo proteger o patrimônio público e social.


Fonte: Gospel Prime