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20 de ago de 2014

As Sete Igrejas do Apocalipse - Esmirna

As Sete Igrejas do Apocalipse - Éfeso

Eva - A mãe de todos os viventes


          Adão recebeu a tarefa de supervisionar toda a criação, mas Deus declarou que não era bom que fizesse sozinho. De sua costela criou a mulher e a apresentou como esposa para Adão, atingindo assim o clímax da criação (Gênesis 2.18-24). Eva não foi uma ideia tardia ou repentina, mas uma parte indispensável do plano de Deus. Tanto Adão como Eva foram criados "à imagem de Deus", colocados no mundo para cuidar de todas as coisas que ele colocou sob seu domínio.
          A pureza e a inocência foram quebradas quando a serpente entrou em cena. Eva escolheu acreditar na mentira de Satanás. Ela era livre para colocar sua vontade acima da de Deus e o fez. Quando ofereceu o fruto ao seu marido, ele também desobedeceu. No Novo Testamento, Paulo explicou suas ações dizendo que Eva foi enganada, mas Adão comeu o fruto desobedecendo conscientemente (2 Coríntios 11.3; 1 Timóteo 2.14). O casal, cheio de culpa, escondeu-se de Deus, tecendo para si roupas de folhas de figueira, a fim de cobrir sua vergonha.  Eles não apenas quebraram seu relacionamento com deus, mas também o relacionamento entre si e com todas as gerações futuras, além da natureza sobre a qual deveriam dominar.
          Deus amaldiçoou a serpente e a terra por culpa do homem e profetizou tristeza, trabalho pesado e morte para o primeiro casal. Para a mulher, dor na gestação e ao dar à luz e em seu relacionamento com o marido. Ela apresentaria resistência à sua liderança na medida que seu papel de líder também iria se distorcendo (Gênesis 3.16).
          Expulsa de seu agradável lar, Eva concebeu e teve dois filhos. Sua alegria com o nascimento deles foi transformada em dor, como predito por deus. Caim assassinou seu irmão, desafiando a ordem de Deus em relação aos sacrifícios, e o Senhor o baniu do Éden. Eva ficou sem filhos até que a graça de Deus, mais uma vez, a visitou dando-lhe outro filho, Sete, que veio a ser ancestral do Messias.
         Eva permanece como um arquipélago do sexo feminino. Mesmo tendo sido criada à imagem de Deus (Gênesis 1.27), exerceu sua vontade ao desobedecer ao Criador (Gênesis 3.6), ousando desafiar sua autoridade. Desobediência não é, em si, um motivo, mas pressupõe um motivo. Sua tentação não foi a de meramente desobedecer, mas, em última análise, a de agir à sua própria maneira ou de obter o que desejava. A voz de Eva é como um aviso vindo de tempos antigos a toda mulher para que siga o caminho da obediência. Ressoa como uma nota de esperança quando a mulher falha; ela encontra a justiça de Deus, mas também experimenta sua graça.


"Consequentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens. Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos".(Romanos 5.18-19).

15 de ago de 2014

Estudo Bíblico Criança Tem Anjo da Guarda?


“Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus vêem incessantemente a face de meu Pai celeste” (Mateus 18:10).

Em certa ocasião, desejando dar aos discípulos uma lição sobre humildade (Mt 18.1), o Senhor Jesus chamou uma criança para perto de si (v. 2) e ensinou aos discípulos a necessidade de alguém se tornar como uma delas para entrar no Reino (v. 3-4). Receber uma criança no nome do Senhor significa receber ao próprio Senhor (v. 5). Em seguida, o Senhor falou do castigo dos que colocam tropeços diante dos “pequeninos” que crêem nEle (v. 6-9) e advertiu os discípulos a que não os desprezassem, diante do cuidado vigilante de Deus por eles, através dos anjos (v. 10).

Este dito é difícil porque sugere a existência de “ anjos da guarda” de crianças, que estariam constantemente na presença de Deus, velando e cuidando das crianças. O conceito de que cada crente tem um anjo da guarda enviado por Deus sempre foi popular entre os cristãos, e tem se tornado ainda mais popular com a crescente onda de fascínio pelos anjos que tem invadido as igrejas evangélicas, acompanhando o aumento do misticismo e do ocultismo no mundo.

Há várias interpretações para este dito difícil de Jesus.

1. Os anjos no céu são as almas das crianças quando morrem.

De acordo com este entendimento, Jesus ensinou que as almas das crianças (os “anjos” delas) vão para o céu após a morte das crianças, e ficam continuamente na presença de Deus. De acordo com esta interpretação, Jesus mandou que os discípulos não desprezassem as crianças pois elas, quando morrem, vão, na forma de anjos, morar na presença de Deus. Alegam que Jesus se referiu aos “seus anjos no céu”, indicando que se refere ao que acontece após a morte. A dificuldade óbvia com esta interpretação é que identifica alma com anjo, uma associação impossível à luz do Novo Testamento. A alma faz parte da personalidade humana, enquanto que um anjo é um ser distinto do homem. As pessoas não se transformam em anjos quando morrem, conforme a crendice popular, mas suas almas comparecem, como almas, à presença de Deus.

2. Cada criança tem um anjo da guarda.

Outra interpretação entende que a expressão “seus anjos” se refere a anjos destacados por Deus para guardar cada criança, e que neste labor, eles ficam subindo constantemente ao céu, na presença de Deus, para dar relatórios de suas atividades e interceder em favor das crianças. Esta doutrina é defendida pela Igreja Católica, que diz que no batismo cada criança recebe seu anjo da guarda, que é enviado por Deus para proteger e aconselhar esta criança toda a sua vida. Esse anjo é também chamado, na teologia católica, de "anjo custódio".

Há várias passagens bíblicas usadas para defender esta interpretação. “O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem e os livra” (Salmo 34:7) é uma das mais conhecidas. Também Gênesis 48.16, onde Jacó se refere a um anjo que o teria livrado de todo o mal (na verdade, refere-se ao anjo do Senhor). Menciona-se também o anjo que veio em socorro de Daniel (Dn 6.22). Estas e outras passagens entretanto não provam o ponto, apenas mostram que Deus envia anjos para proteger e salvar seus servos em determinados momentos. A idéia de “ anjo da guarda” para cada criança é bastante estranha à luz da doutrina bíblica, muito embora esteja claro que uma das funções dos anjos é proteger os filhos de Deus. Nenhuma das passagens geralmente usadas para provar a existência de “anjo da guarda” realmente prova coisa alguma. Ao final, existe muita influência da crendice e da superstição popular sobre o assunto.

3. Os “pequeninos” são os crentes em Jesus Cristo.

A outra interpretação defende que a chave para entendermos este dito difícil de Jesus é a palavra “pequeninos”. A quem Jesus se refere? O termo pode ser tomado literalmente como se referindo às crianças, como as duas interpretações acima o fazem, ou figuradamente, como se referindo aos discípulos de Jesus. Esta última possibilidade resolve o problema e tem apoio bíblico. Primeiro, Jesus usa regularmente o termo “pequeninos” para se referir aos discípulos, cf Mt 10.42; 18.6; Mc 9.42; Lc 17.2. Note que nos versos 1-5 Ele se referiu claramente às “crianças”, e nos versos 6-10 Ele menciona os “pequeninos”. Segundo, os discípulos são comparados com crianças, no que diz respeito à confiança em Deus. Terceiro, a passagem se encaixa no ensino geral do Novo Testamento sobre o ministério dos anjos em favor dos filhos de Deus, como Hebreus 1.14. Portanto, a melhor explicação para esta passagem é que Jesus está ensinando que Deus envia seus anjos para assistir aos “pequeninos”, que são os seus discípulos, os filhos de Deus pela fé, comparados a crianças, e que, portanto, nós não devemos desprezar estes “pequeninos”. Esse ministério angélico para com os “pequeninos” faz parte do cuidado geral que os anjos desempenham, pelo povo de Deus (cf. Sl 91.11; Hb 1.14; Lc 16.22).

A passagem não está ensinando que cada crente ou criança tem seu próprio “anjo da guarda”, como era crido popularmente  entre os judeus na época da igreja primitiva. Fazia parte desta crença que o “anjo guardião” poderia tomar a forma do seu protegido (cf. At 12.15). Ela simplesmente expressa o cuidado geral de Deus por seu povo através dos anjos
|  Autor: Augustus Nicodemus Lopes  |  Divulgação: estudosgospel.Com.BR |

13 de ago de 2014

Bem-aventurados os servos vigilantes

Pastor Juanribe Pagliarin explica mais uma passagem bíblica descrita nos evangelhos. Essa e outras explicações podem ser encontradas no livro "O Evangelho Reunido".

- Estejam cingidos os vossos lombos e acesas as vossas candeias.

E sede semelhantes a homens que esperam o seu senhor, quando houver de voltar das bodas, para que, quando vier e bater, logo possam abrir-lhe.

Bem-aventurados aqueles servos, aos quais o Senhor, quando vier, achar vigiando! Em verdade vos digo que se cingirá e os fará reclinar-se à mesa e, chegando- se, os servirá.

Quer venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar.

Notas do Autor: Lc 12:35-38

ESTEJAM CINGIDOS OS VOSSOS LOMBOS - A frase do Senhor Jesus, dita em plena Semana da Páscoa, remeteu os discípulos ao texto bíblico de Êxodo 12:11, onde o SENHOR, na Primeira Páscoa, em cerca de 1440 a.C., havia dito a mesma coisa aos israelitas: “Os vossos lombos cingidos, as vossas sandálias nos pés e o vosso cajado na mão. E comereis o cordeiro apressadamente; esta é a Páscoa do Senhor”. Estar com o lombo cingido – o corpo devidamente vestido –, as sandálias nos pés, enquanto comiam o cordeiro naquela última noite, antes da partida do Egito, significava estar devidamente preparado e vigiando, em comunhão e obediência até o fim, prontos para uma partida súbita. No dia 14 de abib todos os “filhos da fé” saíram do Egito, ao mesmo tempo, em direção à Terra Prometida. Foi o maior êxodo instantâneo de todos os tempos. Não se tem notícia de nada parecido. Ao longo da História, muitos povos se moveram, mas o êxodo em 14 de abib foi o único em que tantos se deslocaram no mesmo instante.

Jesus faz a mesma colocação: somente os que estiverem com os lombos cingidos e com a Luz acesa, isto é, devidamente preparados e vigiando, em comunhão com o Cordeiro até o Fim, é que estarão incluídos no Arrebatamento – a partida instantânea e coletiva do povo de Deus do “Egito atual” para a “Canaã Celestial”.
Este “Novo Êxodo” será ainda mais grandioso do que o primeiro e jamais será igualado em toda a História da Humanidade!

LOGO POSSAM ABRIR-LHE - Assim como os israelitas tiveram de esperar a hora do êxodo dentro de suas casas, assim também os servos atuais devem esperar o Arrebatamento dentro da Casa do Senhor!

EM VERDADE VOS DIGO QUE SE CINGIRÁ E OS FARÁ RECLINAR-SE À MESA E, CHEGANDO-SE, OS SERVIRÁ - Nos tempos de Jesus, era o servo que se cingia e servia a ceia ao seu senhor. Mas não será assim naquele grande Dia. Na verdade, o Senhor se vestirá e servirá aos Seus servos. Leia a profecia a seguir e veja Ele vestindo-Se para servir: “E saiu do Trono uma voz, dizendo: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que O temeis, assim pequenos como grandes. Também ouvi uma voz como a de grande multidão, como a voz de muitas águas, e como a voz de fortes trovões, que dizia: Aleluia!

Porque já reina o SENHOR nosso Deus, o Todo-Poderoso. Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe Glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. E foi-Lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras Palavras de Deus” (Ap 19:5-9). É muita bem-aventurança: aqueles que O serviram na Terra, serão servidos por Ele no Céu!

QUER VENHA NA SEGUNDA VIGÍLIA, QUER NA TERCEIRA, BEM-AVENTURADOS SERÃO ELES, SE ASSIM OS ACHAR - Não importa a hora ou a demora: bem aventurados os que estiverem firmes na Casa do Senhor, em comunhão, prontos e vigiando, esperando a Sua volta.


Fonte: http://pazevida.org.br/

10 de ago de 2014

Como conhecer a Deus - Parte 4

Colocamos Jesus na Cruz

          A necessidade da morte de Jesus na cruz demonstra quão extrema era a nossa situação de pessoas decaídas. Costuma-se dizer que a profundidade de um poço é conhecida pela extensão de até onde se baixa a corda. Quando consideramos "até onde a corda foi baixada", desde o céu, compreendemos quão grave era realmente a nossa condição.
          Por isso mesmo, não culpe as pessoas daquele tempo de terem colocado Jesus na cruz. Somos justamente tão culpados quanto elas. Na verdade, não foram os soldados romanos que o colocaram na cruz, tampouco os dirigentes judeus. Foram os nossos pecados que tornaram necessário que Jesus voluntariamente se submetesse àquela morte de tortura e humilhação.
          Leia os versículos indicados e as notas a seguir, para compreender exatamente o que Jesus fez por nós.

1. A Maior Demonstração de Amor (veja Romanos 5.6-8)
          Jesus não morreu por nós apesar de sermos seus amigos, mas, sim, apesar de sermos seus inimigos e hostilizá-lo com os nossos pecados. Mesmo a despeito de todos os nossos pecados, Ele demonstrou seu amor por nós morrendo a cruz. Nos versículos de Romanos acima citados, o apóstolo Paulo explica que Jesus morreu não somente pela humanidade como um todo, mas morreu em favor de cada um de nós como indivíduos. Em outra passagem, paulo escreve: "(...) o qual [Filho de Deus] me amou e se entregou a si mesmo por mim" (Gálatas 2.20).
          Sempre que se veja tentado a duvidar do amor de Deus por você, lance um longo olhar de contemplação À cruz em que Jesus morreu. Entenda, então, de uma vez por todas, que o que o prendeu àquela cruz não foram os pregos, mas, sim, seu amor por nós.

2. Quando Desamparados é Que Podemos Ganhar e Perdão ( veja Lucas 23.32-49)
          Muitos de nós, em algum momento de nossas vidas, tomamos conhecimento desta fato. E, no entanto, o significado por trás dessa cena pungente é quase sempre esquecido ou mal entendido. Não se trata simplesmente de um "bom mestre" sendo crucificado em favor dos que nele creem. É Deus em forma humana que foi pendurado naquela cruz, servindo de ponte sobre o abismo entre os pecadores e um Deus santo.
           Narra o Evangelho de Mateus que Jesus, pregado na cruz, bradou: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27.46). Estudiosos da Bíblia acreditam que essas palavras marcam o momento exato em que Deus colocou os pecados do mundo sobre seu Filho. Diz a Bíblia, referindo-se a Deus: "Tu és tão puro de olhos, e a vexação não podes contemplar (...)" (Habacuque 1.13). Este, o motivo pelo qual o santo Pai "desviou o olhar" e derramou sua ira sobre o seu próprio Filho. Jesus recebeu na cruz o salário que os era devido. Ele ão foi ouvido naquilo em que nós poderíamos ter sido. os ouvidos de Deus foram fechados para Jesus por um período de tempo em que jamais poderiam estar fechados a nós.

3. Cristo, o Único Mediador (veja 1 Timóteo 2.5,6)
          Por que existe somente um mediador qualificado a preencher o vão entre Deus e os homens? Não tem surgido outros líderes religiosos proclamando-se a si mesmos como sendo o caminho para Deus? Não morreram alguns deles também em consequência de sua mensagem?  
          Muito embora a resposta a estas perguntas possa ser afirmativa, a grande verdade é que nenhum desses líderes era o Filho de Deus feito homem. Eis por que Jesus era excepcionalmente qualificado para enfrentar o pecado. Disse Ele: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim"(João 14.6). Atos 4.12 diz: "E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos." E o que é mais importante ainda, Jesus ressurgiu da morte!
          Sim, é preciso crer que Jesus morreu pelos seus pecados na cruz para que você receba a vida eterna. Existe, no entanto, algo mais que você precisa fazer.

Continua...